Elevação

Correias elevadoras

Correias de alta resistência para elevação vertical de grãos, fertilizantes, minérios e outros materiais a granel.

Correias elevadoras da Craft Rubber

Visão geral

Solução aplicada à operação industrial.

As correias elevadoras Craft Rubber são especificadas para operações verticais sujeitas a carga contínua, tensão mecânica, partidas frequentes e variações ambientais. A construção busca controlar o alongamento e manter o alinhamento do conjunto mesmo em regimes severos.

O dimensionamento considera o peso da correia, das canecas e do material transportado, além das forças de arrancamento e do atrito na base do elevador. A configuração final deve ser definida conforme capacidade, altura, velocidade e condições de operação.

Informações confirmadas

Características

  • 01Construção têxtil EP com poliéster no urdume e nylon na trama
  • 02Configurações de 2 a 8 lonas conforme a capacidade requerida
  • 03Classes de tensão definidas pelo projeto do elevador
  • 04Opções resistentes à abrasão, óleo, chama e eletricidade estática
  • 05Fornecimento com furação automatizada para instalação das canecas
  • 06Aplicações em silos, usinas, fábricas de ração, mineração e fertilizantes

Guia técnico

Carga, segurança e continuidade operacional.

Critérios de engenharia para selecionar a construção, a cobertura e a preparação da correia elevadora.

01Dimensionamento

Cargas de elevação

O cálculo deve considerar todos os esforços que atuam sobre a coluna vertical para evitar alongamento excessivo e falhas prematuras.

  • Peso do conjunto

    Inclui o peso próprio da correia, das canecas, dos elementos de fixação e do material por metro linear.

  • Partida e atrito

    A força de arrancamento e a resistência na base do elevador influenciam a tensão máxima de trabalho.

  • Margem de segurança

    A classe de tensão e o número de lonas devem ser definidos conforme altura, capacidade, velocidade e picos de carga.

02Construção

Carcaça têxtil EP

A combinação de poliéster no urdume e nylon na trama equilibra resistência à tração, flexibilidade e controle dimensional.

  • Baixo alongamento

    Ajuda a manter o alinhamento e reduz a necessidade de correções frequentes no sistema de esticamento.

  • Relação peso-resistência

    A carcaça oferece capacidade de carga com massa controlada, favorecendo o torque de partida do equipamento.

  • De 2 a 8 lonas

    A quantidade de lonas e a classe EP são selecionadas conforme a coluna de carga e a geometria do elevador.

03Coberturas

Compostos para cada ambiente

  • Abrasão e corte

    Compostos de alta resistência para minérios, agregados e materiais que provocam desgaste intenso.

  • Óleos e gorduras

    Formulações específicas reduzem inchamento e perda de adesão em contato com óleos vegetais ou minerais.

  • Antichama e antiestática

    Opções para projetos que exigem controle de propagação de chama e dissipação de eletricidade estática.

04Aplicações

Operações atendidas

  • Agronegócio e pós-colheita

    Elevação de soja, milho, trigo, café, arroz, sementes, farelos e insumos em silos e armazéns.

  • Açúcar, álcool e rações

    Movimentação de açúcar, biomassa, bagaço, ingredientes e produtos sob atrito contínuo.

  • Mineração e fertilizantes

    Aplicações de alta carga com materiais abrasivos, corrosivos ou de maior densidade.

  • Alimentos e bebidas

    Projetos com requisitos específicos de higiene, limpeza e compatibilidade com o produto transportado.

05Preparação

Furação e controle

  • Furação automatizada

    O espaçamento preciso dos furos favorece a distribuição uniforme da carga das canecas ao longo da correia.

  • Adesão entre lonas

    A integridade entre tecido e borracha é essencial para resistir ao esforço fletor repetitivo nas polias.

  • Deformação controlada

    A seleção correta mantém o alongamento dentro do curso previsto para o esticador do elevador.

06Referências

Normas do projeto

Conforme os requisitos da instalação, a especificação pode considerar referências internacionais para desempenho mecânico e segurança.

  • DIN 22102

    Referência para propriedades mecânicas, resistência à tração, alongamento e classes de cobertura.

  • ISO 340

    Referência para requisitos de resistência à chama em correias transportadoras.

  • ISO 284

    Referência para condutividade elétrica e dissipação de cargas estáticas.

  • Validação técnica

    A norma, a classe e o composto devem ser confirmados para cada equipamento e ambiente de operação.

Material técnico

Catálogo Craft Rubber

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